Compreendendo os riscos à saúde associados ao colesterol LDL elevado
A redução do colesterol de lipoproteína de baixa densidade (LDL) pode diminuir o risco de infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral (AVC)

O que significa ter colesterol alto?
O colesterol é obtido por meio da alimentação e produzido pelo fígado. Ele desempenha diversas funções importantes em nosso organismo, incluindo a síntese de novas células, de alguns hormônios e de substâncias que auxiliam na digestão dos alimentos. Entre os tipos mais conhecidos estão as lipoproteínas de alta densidade (LDL) e as lipoproteínas de baixa densidade (HDL). O excesso de colesterol LDL pode representar um problema.
O LDL-C, também conhecido como colesterol “ruim”, é reconhecido por se combinar com gorduras e outras substâncias, levando ao acúmulo gradual de depósitos gordurosos, denominados placas ateroscleróticas, nas paredes internas das artérias. Isso pode aumentar o risco de um indivíduo sofrer um infarto do miocárdio ou um acidente vascular cerebral (AVC). Pessoas com níveis elevados de LDL-C no sangue apresentam uma condição denominada hipercolesterolemia.
Determinadas condições de saúde, como diabetes mellitus tipo 2 e obesidade, bem como fatores comportamentais e de estilo de vida, como tabagismo, alimentação rica em gorduras saturadas e gorduras trans e a falta de atividade física, demonstraram aumentar o risco de uma pessoa desenvolver hipercolesterolemia. Outros fatores que elevam esse risco incluem histórico familiar de doença cardiovascular (CV), idade avançada e sexo (as mulheres tendem a apresentar níveis mais baixos de LDL do que os homens até aproximadamente os 55 anos de idade ou até a menopausa).
Hipercolesterolemia: um importante fator de risco causal para doença cardiovascular
A hipercolesterolemia é um dos principais fatores que contribuem para a doença cardiovascular aterosclerótica (DCVA), uma condição causada pelo acúmulo de placas no interior das artérias, levando ao estreitamento ou à obstrução dos vasos sanguíneos.
Isso pode resultar em eventos cardiovasculares, como infarto do miocárdio ou acidente vascular cerebral (AVC), e continua a representar uma importante carga para a saúde pública.
A epidemia cardiovascular
Entre 20% e 45% dos adultos brasileiros apresentam níveis elevados de LDL-C.
Apenas em 2026, a estimativa de mortes por doenças cardiovasculares no Brasil já ultrapassa 290 mil em meados de setembro.
Dados brasileiros demonstram que aproximadamente 90% dos pacientes permanecem fora das metas recomendadas de colesterol LDL e, como resultado, permanecem em risco de sofrer eventos cardiovasculares graves.
“Temos um legado do qual nos orgulhamos ao transformar a ciência em medicamentos que mudaram as perspectivas relacionadas às doenças cardiovasculares. Continuamos a construir sobre nossa trajetória de quase 70 anos de avanços em pesquisa para ajudar a enfrentar a epidemia cardiovascular”, Dra. Puja Banka (Vice-presidente associada de Pesquisa Clínica e Desenvolvimento Clínico Global)
As doenças cardiovasculares continuam sendo um dos desafios globais de saúde mais sérios. Buscamos a excelência científica e estamos comprometidos com o avanço da pesquisa para pacientes afetados por doenças cardiovasculares.
“Há quase 70 anos, nossa empresa desenvolve medicamentos para ajudar a enfrentar a carga das doenças cardiovasculares”, afirmou Banka. “Nosso trabalho combina nossa profunda expertise em excelência científica com nossas robustas capacidades em química medicinal.”