

FERIDAS NA BOCA, NÓDULO NO PESCOÇO, ROUQUIDÃO E DIFICULDADE DE ENGOLIR PODEM SER SINAIS DE ALERTA PARA O CÂNCER DE CABEÇA E PESCOÇO. AO NOTAR SINAIS PERSISTENTES, CONSULTE UM CIRURGIÃO DE CABEÇA E PESCOÇO.1,2
O que é o câncer de cabeça e pescoço?
O câncer de cabeça e pescoço (CCP) reúne tumores malignos que podem afetar regiões como boca, nariz, faringe, laringe e glândulas salivares.1
O CPP é o sexto tipo de câncer mais incidente no mundo.3
~750.000

novos casos em 20203
+360.000

mortes em 20203

Esta imagem apresenta conteúdo gerado por inteligência artificial (IA).
Sinais que merecem atenção
Os sintomas podem parecer comuns no início. Por isso, quando não melhoram ou continuam evoluindo por mais de três semanas, é essencial procurar orientação médica.¹
Veja alguns sinais e sintomas por região:1
![]()
BOCA
Ferida na boca que não cicatriza (por mais de 3 semanas); manchas brancas e vermelhas na língua, gengiva ou bochecha; dentes moles.1
![]()
GARGANTA
Uma amígdala visivelmente maior que a outra; sangramento na amígdala; dor no ouvido; dificuldade para falar; nódulos no pescoço.1
![]()
NARIZ/NASOFARINGE
Obstrução nasal progressiva; perda auditiva unilateral; sangramento nasal; dormência abaixo do olho.1
![]()
LARINGE
Dificuldade respiratória; tosse e engasgos ao comer; sangramento ao tossir; rouquidão persistente.1
![]()
HIPOFARINGE
Dificuldade para engolir alimentos sólidos; nódulos no pescoço.1
![]()
GLÂNDULAS SALIVARES
Inchaço unilateral inexplicado; dormência no rosto; paralisia facial; dificuldade para abrir a boca.1
Como os pacientes costumam descrever esses sinais?4
“Caroço no pescoço.”
“Rouquidão que não passa.”
“Ferida na boca que não cicatriza.”
“Dor de garganta persistente.”
“Dificuldade para engolir.”
“Zumbido em um dos ouvidos.”
“Sensação de algo preso na garganta.”
Números e estatísticas no Brasil
No Brasil, esses tumores estão entre os dez mais incidentes em homens.3 Analisando os locais específicos, a cavidade oral (31,7%) e a laringe (31,4%) são os mais comuns, seguidos pela orofaringe (27,7%) e hipofaringe (9,2%).3
78,2%
dos casos são diagnosticados em estágios avançados (III e IV).3
Hipofaringe: 91,3%3 • Orofaringe: 86,6%3
Registros entre 2000 e 2017
193.890 casos de tumores de cabeça e pescoço registrados no Brasil.³
Disparidades regionais
Norte e Nordeste se destacam com os maiores percentuais de casos diagnosticados em estágios avançados.³
Perfil do paciente
Homens (83,7%), entre 18-59 anos (53,7%), não brancos (48,6%), usuários do SUS (69,7%).³
Atrasos no Diagnóstico

10 meses
Entre sintomas e 1ª consulta.⁵

4 semanas
Até chegar ao especialista.⁵

4 semanas
Até o diagnóstico definitivo.⁵

12 semanas
Até o início do tratamento.⁵
Fatores associados ao diagnóstico tardio: Estão associados ao diagnóstico tardio: idade menor que 50 anos, baixo nível educacional, tumores em hipofaringe/orofaringe, consumo de tabaco/álcool.³
Como se proteger?
Conheça os fatores de risco:
TABAGISMO
71,3%
dos pacientes diagnosticados em estágio avançado eram fumantes atuais ou ex-fumantes em um estudo brasileiro de registros hospitalares.³
ÁLCOOL
58,2%
dos pacientes diagnosticados em estágio avançado eram consumidores atuais ou prévios de álcool em um estudo brasileiro. O efeito combinado do tabaco e álcool tem um efeito multiplicador no risco de desenvolvimento da doença.³
HPV
~30%
dos casos de câncer de orofaringe no mundo são causados pelo papilomavírus humano (HPV), especialmente o tipo 16.⁶ Em países de alta renda, como os EUA, a incidência de câncer de orofaringe associado ao HPV já superou a do câncer de colo do útero.⁶
Medidas que podem contribuir para a prevenção:

Abandono do tabagismo e redução do consumo de álcool1,3

Vacinação contra HPV6,7

Exames periódicos1

Importância do diagnóstico precoce
Identificar a doença mais cedo pode fazer diferença na jornada de cuidado1,3
75%
Melhor sobrevida
é a taxa de sobrevida global em 5 anos que os tumores de cabeça e pescoço geralmente apresentam, se detectados em estágios iniciais.³
O papel do cirurgião de cabeça e pescoço
O especialista pode atuar muito antes do momento cirúrgico, participando do diagnóstico, do estadiamento e do tratamento dos tumores dessa região.¹ Esse profissional atua como parte fundamental de uma equipe multidisciplinar (MDT), que inclui:

Esta imagem apresenta conteúdo gerado por inteligência artificial (IA).
Coordenador da equipe multidisciplinar
Responsável por organizar as reuniões e consolidar as informações dos pacientes.¹
Enfermeiro especialista clínico
Coordena o cuidado e o suporte psicossocial, sendo o primeiro contato do paciente na equipe.¹
Fonoaudiólogo
Essencial para questões de voz, fala e deglutição, além das consequências do tratamento.¹
Nutricionista
Garante a nutrição adequada antes, durante e após o tratamento.¹
DENTISTA ESPECIALISTA EM REABILITAÇÃO
Avalia e gerencia o impacto do tratamento na aparência e função oral, incluindo implantes e reabilitação protética.¹
Patologista e radiologista
Fornecem o diagnóstico para análise do tecido em laboratório.¹
Oncologista clínico
Discute as opções de tratamento não cirúrgico e seus desdobramentos.¹
JORNADA DO PACIENTE
O caminho do paciente no sistema de saúde

Atenção Primária
Avaliação por médico generalista ou cirurgião-dentista, atentos aos sinais de alerta e ao encaminhamento.¹

Serviço Especializado
Avaliação pelo cirurgião de cabeça e pescoço, exames de imagem (ultrassonografia, tomografia computadorizada e ressonância magnética) e biópsia para confirmação diagnóstica.¹

Reunião Multidisciplinar
A equipe define o melhor plano de tratamento.¹

Tratamento
Início em até 62 dias a partir do encaminhamento inicial.¹

Acompanhamento
Acompanhamento por 3 a 5 anos para detectar precocemente sinais de retorno da doença e monitorar possíveis efeitos do tratamento.¹
FIQUE ATENTO(A)
AOS SINAIS:
Sintomas persistentes por mais de três semanas demandam avaliação especializada.1
O diagnóstico precoce pode salvar vidas!1,3
PROCURE ORIENTAÇÃO MÉDICA
Referências:
1. Owens D, Paleri V, Jones AV. Head and neck cancer explained: an overview of management pathways. Br Dent J. 2022;233(9):721-725.
2. Mody MD, Rocco JW, Yom SS et al. Head and Neck Cancer. Lancet. 2021;398(10318):2289-2299.
3. Carvalho FN, Cancela MC, Costa LM et al. Disparities in stage at diagnosis of head and neck tumours in Brazil: a comprehensive analysis of hospital-based cancer registries. Lancet Reg Health Am. 2025;42:100986.
4. Bradley PT, Lee YK, Albutt A et al. Nomenclature of the symptoms of head and neck cancer: a systematic scoping review. Front Oncol. 2024;14:1404860.
5. Felippu AWD, Freire EC, Silva RA et al. Impact of delay in the diagnosis and treatment of head and neck cancer. Braz J Otorhinolaryngol. 2016;82(2):140-143.
6. Ndon S, Singh A, Ha PK et al. Human Papillomavirus-Associated Oropharyngeal Cancer: Global Epidemiology and Public Policy Implications. Cancers. 2023;15(16):4080.
7. Dunn LA, Ho AL, Pfister DG. Head and Neck Cancer: A Review. JAMA. 2026;335(6):531-541.
Este material informativo não substitui a conversa com um médico, pois apenas esse profissional poderá te orientar sobre a prevenção de doenças e o uso adequado de medicamentos. Não tome nenhum medicamento sem ter recebido orientação médica.
Copyright © 2026 Merck & Co., Inc., Rahway, NJ, EUA, e suas afiliadas. Todos os direitos reservados.
BR-OHN-00460 PRODUZIDO EM JULHO/2026 VÁLIDO POR 2 ANOS